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Muito interessante o artigo do Dr. Eduardo Mundim sobre O INÍCIO DA VIDA SEGUNDO AS ESCRITURAS,dígno de apreço pois trata a questão de forma clara e didática sem ousar assumir ter a última palavra porém deixando em evidência todo respaldo bíblico para tratarmos deste assunto sem ferir quem quer que seja.Meus cumprimentos e com a devida permissão estarei multiplicando estas informações bíblico/científica no meio cristão e secular em que estou inserido afim de lançar luz e abrir boas e esclarecedoras discussões.

Um abraço!

Jessé Abreu
Presbítero da IPB-Nova Vista-BH-MG


Li o artigo do Dr. Eduardo Mundim sobre O INÍCIO DA VIDA SEGUNDO AS ESCRITURAS e gostei muito! articulou bem conhecimento exegético com conhecimento médico e as conclusões deixam a conversa suficientemente estruturada (a Bíblia não tem um ensino fabricado sobre o assunto) e inteligentemente em aberto.

Organizamos um número de RIBLA (Revista de Interpretação Bíblica Latino-Americana) sobre Reprodução Humana mas não conhecíamos ainda sua reflexão... se houver interesse podemos eviar um exemplar quando o número ficar pronto.

Obrigada pela atenção


Nancy Cardoso Pereira
pastora metodista
Coordenação Nacional
Comissão Pastoral da Terra


A matéria do Dr. Wilson Bonfim, tem relevância fundamental para aqueles que respeitam a vida e a liberdade. A Bíblia, em uma de suas citações, diz que não devemos usar da liberdade para dar lugar a libertinagem. Uma vez legalizado o aborto (em casos específicos e não comprovados, já que não se exigiria o BO), vamos enfrentar um outro grande problema: o crescimento das doenças sexualmente transmissíveis. É sabido que o maior número de casos de gravidez indesejada, está concentrado na população de baixa renda e idade média entre treze e dezenove anos. População, essa, com pouca informação, acha que o problema da relação sexual precoce e indiscriminada, é apenas a gravidez indesejada. Uma vez legalizado o aborto pelo SUS, essas adolescentes irão se sentir mais "livres" e amparadas pela lei, aumentando, em muito, os casos de DSTs. Não acho que a legalização resolveria problemas de gravidez adquirida através de violência sexual, até porque muitas mulheres são violentadas dentro do próprio casamento, e precisam ser tratadas para aceitarem seus filhos, legítimos e gerados dentro de um matrimônio, apesar das circunstância que os geraram. É de suma importância, e muito mais útil, um acompanhamento integral desses casos. Acompanhamento psicossocial, médico e espiritual. Se o governo fizer o dever de casa da educação, talvez seja desnecessária essa discussão.

Andrônico Meireles
Teólogo, Pastor, Batista
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Página inicial l Contato l Última atualização: 21 de Setembro / 2011 - Ano VI - Número 2